Libertadores: para Fabrício, Tolima preocupa ainda mais que o Corinthians

29 01 2011
Os jogadores celestes são unânimes em dizer que o grupo celeste na Copa Libertadores é considerado ‘da morte’. Ainda que o Corinthians não passe pelo Tolima, o clube colombiano deixou uma boa impressão nos cruzeirenses e já tem o respeito dos atletas, na Toca da Raposa II.

O volante Fabrício chegou a dizer, inclusive, que teme mais o Tolima do que o Corinthians. “A gente procura acompanhar os times que a gente pode enfrentar. A gente viu o Corinthians, não mudou muito do ano passado, o Tolima também é um bom time, me preocupou ainda mais do que o Corinthians”.

Fabrício disse que o Timão não o surpreendeu, pois é praticamente o mesmo do ano passado. Em 2010, o Cruzeiro venceu os paulistas por 1 a 0, no Parque do Sabiá, e perdeu por 1 a 0, no Pacaembu, quando foi prejudicado pela arbitragem de Sandro Meira Ricci em diversos lances.

”O Corinthians jogou (contra o Tolima) igual vinha jogando ano passado, do mesmo jeito. Perdeu uma peça importante que é o Elias e vai sentir um pouco a falta desse jogador. Não me surpreendeu, Corinthians joga aquilo ali. Campeonato Brasileiro é longo, dá para você errar bastante e ainda chegar lá na frente, Libertadores é tiro curto, as equipes dão o máximo a cada jogo e assim fez o Tolima”, analisou o volante.

Superesportes





Áudio entrevista – Fabrício: “Galo é pra você que é íntimo. Pra mim é Atlético Mineiro.”

29 01 2011




Interesse do Cruzeiro em manter Fabrício inviabiliza desejo de Adilson Batista

2 01 2011
Do UOL Esporte
Em Santos (SP)
Adilson Batista quer um novo volante no Santos, e recomendou a contratação de Fabrício, atualmente no Cruzeiro. No entanto, a vinda do jogador é improvável, já que o contrato com a equipe mineira termina no fim de 2011, e o jogador está nos planos do clube para a disputa da Libertadores.

A esperança santista era a de ver Adilson convencer o volante a trocar de clube. Como Fabrício prefere não se posicionar no caso, e a diretoria santista se recusa a fazer uma proposta pela compra do jogador, a negociação sequer foi iniciada.

“Nós sabemos do interesse do Santos por conta do Adilson Batista. Mas isso de nada adianta. Santos e Cruzeiro estão na Libertadores, e sem uma boa proposta para o clube, o Fabrício não vai sair”, disse o empresário do jogador, Reinaldo Pitta, em entrevista ao UOL Esporte.

A direção do Cruzeiro não confia que o Santos seja capaz de fazer uma oferta de compra dos diretos econômicos do volante. Porém, o caminho está aberto para o alvinegro, já que Fabrício não é tratado como inegociável.

“O Fabrício é um jogador importantíssimo no nosso plantel, da inteira confiança do treinador Cuca, um jogador que se identifica muito também com o nosso torcedor. Agora, nada impede, se aparecer uma proposta que seja altamente interessante para o Cruzeiro e boa para o atleta, que ele possa dar um novo rumo em sua carreira”, destacou o diretor de futebol do Cruzeiro, Dimas Fonseca, em entrevista à rádio Itatiaia, de Belo Horizonte.

Para a posição de volante, o Santos contratou Elano recentemente. No entanto, Adilson Batista exige a contratação de um novo jogador para a posição.

Fabrício foi treinado por Adilson pela primeira vez em 2006, no Júbilo Iwata, do Japão. A ida para o Cruzeiro, em 2008, ocorreu graças ao pedido do então treinador do clube mineiro.





Os números de 2010

2 01 2011

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Atracções em 2010

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1

Fotos fevereiro, 2008
17 comentários

2

Fabrício não se desespera com derrota do Cruzeiro setembro, 2008

3

Cruzeiro presta homenagem aos torcedores em banner da loja Cruzeiro Mania setembro, 2008

4

Fabrício fica por mais dois anos dezembro, 2008

5

Fabrício culpa estratégia, mas vê tropeço do Cruzeiro como comum setembro, 2008





Fabrício volta e Rômulo cumpre suspensão

9 11 2010

Da Toca II

João Marcos Dias

O Cruzeiro contará com o reforço do volante Fabrício para a decisão contra o Corinthians, no sábado, às 19h 30, no Pacaembu. O jogador cumpriu suspensão diante do Vitória-BA e volta a ter condição de jogo. Já o lateral-direito Rômulo recebeu o terceiro cartão amarelo e desfalca o time na 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com Fabrício, o técnico Cuca terá condição de formar o trio de volantes com Henrique e Marquinhos Paraná, que vinha sendo escalado até o clássico contra o Atlético-MG. O treinador ainda tem como opções mandar a campo dois volantes e dois armadores ou mesmo manter o esquema com três zagueiros utilizado contra o Vitória-BA.

O atacante Wellington Paulista ficou fora das últimas quatro partidas devido a uma lesão no joelho direito e já está liberado para a preparação física. A expectativa é que o jogador trabalhe durante a semana e chegue ao sábado em condição de defender o Cruzeiro.





História recente mostra bom desempenho do Cruzeiro em jogos no Pacaembu

9 11 2010

Desde 2003, início dos pontos corridos, time celeste tem mais vitórias no palco da decisão de sábado, contra o Corinthians. Última partida lá é de ótima recordação

Corinthians e Cruzeiro vão se enfrentar neste sábado, às 19h30 no Estádio Pacaembu. A partida é tratada como uma decisão do Campeonato Brasileiro, já que marca o encontro do segundo e terceiro colocados, respectivamente. O fato de a partida ser em São Paulo pode apontar um favoritismo para o time da casa, apesar de ambos estarem com 60 pontos. Mas não é isso que tem mostrado a história recendo do Campeonato Brasileiro.

Desde que a competição passou a ser disputada nos pontos corridos, o time celeste já esteve no mais tradicional estádio da capital paulista em oito oportunidades e o saldo é positivo. Contra o Corinthians, time que mais usa o estádio, foram seis partidas, mais os jogos contra São Paulo e Palmeiras.

Até agora, são quatro vitórias contra três derrotas, além de um empate. A última vez que a Raposa venceu no Pacaembu foi neste Brasileirão, na marcante virada sobre o Palmeiras. Depois de perder o primeiro tempo por 2 a 0, o técnico Cuca mudou o time com as entradas de Roger e Farías e o Cruzeiro virou para 3 a 2.

As outras três vitórias foram em jogos com o Corinthians. Em 2003 e no ano passado foram mais marcantes. No ano da Tríplice Coroa o Cruzeiro venceu por 1 a 0, com gol do lateral-direito Maurinho. Também por 1 a 0 foi o triunfo de 2009, com gol de Gilberto.

A partida do ano passado foi válida pela 31ª rodada do Brasileirão e manteve a Raposa viva na briga por uma vaga na Libertadores, que acabou confirmada na última rodada, depois de vencer o Santos por 2 a 1, na Vila Belmiro.

Já em 2003 o jogo foi pela 32ª rodada e o gol de Maurinho, aos 21 minutos do primeiro tempo, manteve a distância para o Santos. Naquela época, porém, o Brasileirão era maior, com 24 clubes na Série A. Assim a competição não estava ainda na reta final, já que foi disputada até a 46ª rodada.

Todas as três derrotas foram para o Corinthians e aconteceram em sequência. Mas a que está na memória dos cruzeirenses é a de 2005. O Corinthians confirmaria a conquista do título brasileiro meses depois, mas o triunfo paulista por 4 a 3 ficou marcado pela péssima arbitragem de Héber Roberto Lopes, desde então na lista negra dos torcedores celestes.

O único empate foi contra o São Paulo, em 2004. O fato marcante dessa partida foi o retorno do lateral-esquerdo Sorín. Depois de anos no futebol europeu ele retornou ao Cruzeiro para disputar o restante do Brasileirão





Copa Libertadores

17 05 2010

O volante garantiu já estar com a cabeça no jogo de quarta-feira, contra o São Paulo, pela Copa Libertadores. “O pensamento é lá. É um jogo de classificação, não tem dorzinha, não tem desculpa para nada. Vale lá jogar, como a gente joga aqui no Mineirão. As medidas do Morumbi são as mesmas, então não tem que estranhar. É chegar lá e buscar a vitória”. (UAI)





Fabrício ressalta mudança de postura do Cruzeiro na etapa final, contra o Avaí

17 05 2010

Volante foi um dos destaques do Cruzeiro no empate com o Avaí

A apatia no primeiro tempo quase valeu ao Cruzeiro nova derrota em casa. Porém, a equipe mudou o comportamento no segundo tempo, reagiu e buscou o empate por 2 a 2 diante do Avaí. O volante Fabrício, um dos melhores atletas em campo, destacou a determinação com que a equipe voltou para a etapa complementar.

”Tem que entrar assim desde o começo, se dedicando, indo ao ataque. Todo mundo veio ligado para o segundo tempo. Alguns que não estavam ligados tomaram um puxão de orelha do Adílson, aí voltaram com mais disposição para o segundo tempo. Depois disso, a coisa andou”, relatou.

No primeiro tempo, o Cruzeiro não se encontrou em campo, teve Leonardo Silva expulso e foi para o vestiário perdendo por 2 a 0. Na etapa complementar, o time mostrou raça e chegou ao empate em apenas 16 minutos. A equipe celeste ainda foi prejudicada por um gol mal anulado e um pênalti não marcado.

Fabrício, que armou o contra-ataque do segundo gol do Cruzeiro – antes da penalidade -, afirmou que o ponto conquistado com o empate vale pela raça apresentada. “Infelizmente, a gente queria os três pontos hoje, mas, pela situação, valeu. Com um a menos, chegamos ao empate e criamos situações de gol. Acho que foi bom pela determinação de todo mundo. Então, esse um ponto valeu muito”.





Para Fabrício, “puxão de orelha” de Adilson despertou o Cruzeiro

17 05 2010

Um “puxão de orelha” do técnico Adilson Batista no intervalo do empate com o Avaí, por 2 a 2, neste domingo, no Mineirão, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, foi considerado por jogadores fundamental para a reação do Cruzeiro, que perdia por 2 a 0 e empatou na etapa final.

“Os jogadores que não estavam rendendo bem tomaram um puxão de orelha do Adilson no intervalo, voltaram mais ligados para o segundo tempo e a coisa andou”, afirmou o volante Fabrício.

O também volante Henrique avaliou que a bronca de Adilson fez com que a equipe desempenhasse bom futebol na etapa final. “O segundo tempo foi a cara do Cruzeiro, o que nós queríamos para o também para o primeiro tempo. Infelizmente, não foi possível. O Adilson colocou bem o que precisava deu uma bronca na gente e por isso a reação no segundo tempo”, comentou.

Autor dos dois gols cruzeirenses, Wellington Paulista também destacou a cobrança do treinador no intervalo. “O Adilson colocou para a gente no vestiário que nós nos colocamos nessa situação e nós teríamos de tirar o time dessa situação. Conseguimos, pena que não saímos com a vitória. Pelo menos não saímos com a derrota em casa”, disse.

Thiago Ribeiro disse, entretanto, que a equipe não pode depender de broncas para reagir. “Você não pode começar o jogo mais ou menos para, no intervalo, tomar uma dura, voltar e jogar. Temos de ter consciência que não podemos perder o jogo para nós mesmos. No primeiro tempo, perdemos para nós mesmos, a gente entregou a bola para o adversário de bandeja”, observou.

Para o atacante, a cobrança do treinador no intervalo levou à correção de falhas na marcação. “Com um a menos, a equipe estava perdida na marcação. No segundo tempo, o Adilson conversou com a gente para apertarmos a marcação à frente. Por isso a gente conseguiu o empate e poderíamos até ter conseguido a virada”, avaliou.





Para Fabrício, do Cruzeiro, é preciso perder medo de jogar na altitude

8 01 2010

Em 2010, o Cruzeiro tem como principal objetivo a conquista do tricampeonato da Libertadores. O time celeste inicia sua caminhada na competição internacional em 27 de janeiro, diante do Real Potosí, na altitude de quase 4 mil metros na Bolívia. Para o volante Fabrício, é necessário perder o medo da altitude.

“Primeiro temos de tirar o medo da tal altitude, que vai muito do psicológico. Temos de tirar o medo, não se poupar, mas valorizar a posse de bola. A gente sabe que é difícil, mas é difícil para o time deles também”, afirmou Fabrício.

O experiente volante cruzeirense receita também marcação forte para que o time obtenha bom resultado. “A gente sabe que se acontecer um resultado elástico com a outra vez será muito difícil virar o jogo em BH. Temos de procurar marcar, espantar o medo, irmos confiantes, que dá para correr na altitude”, afirmou.

Em 2008, o Cruzeiro foi derrotado por 5 a 1 pelo Real Potosí na fase de grupos da Libertadores. A partida de volta da Pré-Libertadores, no Mineirão, será disputada em 3 de fevereiro. Caso se classifique, o time celeste integrará a chave que conta com Vélez Sársfield da Argentina, Colo Colo do Chile e Deportivo Itália da Venezuela.

Fabrício quer a conquista da Libertadores em 2010 para chegar à disputa do Mundial Interclubes. “Queremos o título mundial para entrar para a história. O Cruzeiro chegou em duas oportunidades e não conseguiu. Esperamos ganhar a Pré-Libertadores, para entrar na Libertadores de vez, e aí sim fazer boa campanha, ser campeão e pensar lá na frente”, comentou.

O volante cruzeirense avalia que há um equilíbrio entre os participantes da Libertadores de 2010. “Está nivelado, tudo muito equilibrado. A gente está com o time do ano passado, fizemos excelente Brasileiro, jogamos de igual para igual com esses times. Estamos na Libertadores e eles se reforçaram, são todos muito fortes, não dá para destacar favorito. Há muito equilíbrio principalmente pelo lado das equipes brasileiras”, analisou.

Além do Cruzeiro, o Brasil terá como representantes na Libertadores Flamengo, São Paulo, Internacional e Corinthians. Entre os participantes argentinos não estarão presentes Boca Juniors, River Plate, Independiente, Racing e San Lorenzo. Em contrapartida, o atual campeão Estudiantes, que bateu o Cruzeiro na final de 2009, estará na disputa.

A ausência de grandes argentinos deve deixar a disputa entre os brasileiros, segundo Fabrício. “A gente logo pensa que saiu os argentinos, grandes potências, que mais ganharam Libertadores, mas toda vez que um brasileiro ganhou sempre tinha um argentino. Os favoritos ficarão do lado brasileiro e o duelo maior será entre os clubes brasileiros”, avaliou.

Fonte:UOL Esporte








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